Energia solar vale a pena em 2026?
Sim, energia solar vale a pena em 2026 para a maioria das casas com conta de luz acima de R$ 250,00 por mês: o sistema costuma se pagar entre 3 e 6 anos e gera por 25 anos ou mais. O que mudou com a Lei 14.300 é que a economia deixou de ser "quase 100%" e passou a ficar entre 65% e 85% da conta, e isso precisa entrar na conta antes de você decidir.

Abaixo, os três pontos que mostram quanto vale no seu caso.
1. O que mudou: o Fio B reduziu a economia, mas não acabou com ela
Até 2022, cada kWh injetado na rede valia um kWh inteiro de desconto. A Lei 14.300 criou uma transição: sobre a energia injetada passa a incidir uma parcela da tarifa de distribuição, o Fio B. Em 2026 essa cobrança está em 60% do Fio B, vai a 75% em 2027, 90% em 2028; de 2029 em diante a regra passa a ser definida pela ANEEL, com tendência de cobrança integral.
Na prática, para uma casa comum na área da Cemig, isso significa que cada kWh injetado vale hoje cerca de 80% a 85% de um kWh consumido, e não 100%. Somando a tarifa de disponibilidade (o mínimo que toda casa paga), a conta de uma residência bem dimensionada cai para algo entre 15% e 35% do valor original. Continua sendo uma das melhores aplicações que uma família pode fazer, mas é diferente da propaganda antiga.
2. Para quem vale a pena
Vale a pena, com folga, quando: a conta é de R$ 250,00 ou mais; o telhado tem espaço e boa exposição ao sol (norte, leste ou oeste, sem sombra pesada); e o consumo é razoavelmente estável. Se você mora de aluguel e mudar de casa, a Sollivre faz a mudança da usina para o novo imóvel.
3. Como fazer a conta certa em três números
Para decidir, você precisa de três números: (1) quanto sua conta vai ficar depois do sistema, já com Fio B e taxa mínima; (2) quanto o sistema custa instalado; (3) em quantos anos a economia paga o investimento. Se o payback ficar até 6 anos, o negócio é bom: são 19 anos ou mais de energia praticamente de graça depois disso. Se passar de 8 anos, é sinal de que o sistema está mal dimensionado, o preço está alto ou seu perfil de consumo não favorece.
Existe ainda um quarto número que quase ninguém mostra: o custo de esperar. Cada ano sem o sistema é uma conta de luz inteira paga à concessionária, e o Fio B sobe todo ano até 2029. Quem instala em 2026 trava uma condição melhor do que quem instala em 2028.
Como a Sollivre resolve isso
Na Sollivre, o primeiro passo não é vender: é fazer a conta. Somos de Ouro Fino, no Sul de Minas, e nosso diagnóstico calcula o sistema com o Fio B de 2026, a tarifa de disponibilidade e o perfil de consumo da sua casa. Se o resultado mostrar que não compensa, nós informamos. Se compensar, você recebe o número real: conta depois do sistema, investimento e tempo de retorno.
Mande sua conta de luz no WhatsApp e receba o diagnóstico gratuito. É a forma mais rápida de ver quanto vale no seu caso.
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Leia também: Lei 14.300 · a partir de quantos kWh compensa.
Perguntas rápidas
Energia solar ainda compensa com a taxação do sol?
Sim. A "taxação do sol" é o Fio B da Lei 14.300, que reduz o valor do crédito, mas não o elimina. Para contas acima de R$ 250,00, o retorno continua entre 3 e 6 anos na maioria dos casos.
Quais são as desvantagens da energia solar?
Investimento inicial alto, dependência de um telhado adequado, geração menor em dias nublados e uma conta que não zera por causa da taxa mínima e do Fio B. Nenhuma delas anula o retorno em um sistema bem dimensionado.
Energia solar valoriza o imóvel?
Sim. Um imóvel com sistema solar homologado tem custo de energia menor e costuma ser mais atraente na venda e na locação, além de o sistema poder ser transferido para o novo titular na Cemig.