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Sollivre Energia Fotovoltaica
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Equipe de engenharia Sollivre · 5 min de leitura

A partir de quantos kWh compensa energia solar?

Energia solar compensa, em geral, a partir de 200 a 250 kWh por mês, o que corresponde a uma conta de luz de cerca de R$ 220,00 a R$ 270,00 na Cemig em 2026. Abaixo disso, a tarifa de disponibilidade (o mínimo que toda casa paga) e o Fio B consomem uma fatia grande do ganho e o retorno passa de 7 ou 8 anos. Acima de 300 kWh, compensa com folga.

Medidor de energia bidirecional na parede de uma casa moderna com placas solares no telhado

Não existe um número mágico, porque depende do padrão de entrada e de como você consome. Mas estes três pontos deixam a resposta bem clara.

1. O que é a tarifa de disponibilidade e por que ela define o mínimo

Toda unidade consumidora paga um valor mínimo mesmo que não consuma nada da rede: 30 kWh no padrão monofásico, 50 kWh no bifásico e 100 kWh no trifásico. Com energia solar, esse mínimo continua sendo cobrado. Então, se a sua casa consome 150 kWh no padrão bifásico, o sistema só pode "economizar" 100 kWh, e o investimento fica proporcionalmente caro para o que ele devolve.

É por isso que uma casa trifásica com consumo baixo é o pior caso: 100 kWh de mínimo em uma conta de 250 kWh deixa pouco espaço para economia. Nesse cenário, às vezes vale mais a pena rever o padrão do que instalar o sistema.

2. Faixas de consumo e o que esperar em cada uma

Até 150 kWh (conta abaixo de R$ 170,00): o retorno é mais longo, passando de 8 anos, mas pode compensar; o diagnóstico mostra o número.

150 a 250 kWh (R$ 170,00 a R$ 270,00): zona cinzenta. Compensa se o padrão for monofásico, o telhado for bom e você consumir bastante de dia. Retorno de 6 a 8 anos.

250 a 500 kWh (R$ 270,00 a R$ 530,00): compensa bem. É a faixa mais comum das casas do Sul de Minas. Retorno de 4 a 6 anos.

Acima de 500 kWh (mais de R$ 530,00): compensa muito. Quanto maior o consumo, mais diluídos ficam o mínimo e os custos fixos do sistema. Retorno de 3 a 5 anos.

Lembre-se de que o consumo mensal está na sua conta de luz, na linha "consumo kWh". Use a média dos últimos 12 meses.

3. O modo de consumir pesa tanto quanto o quanto você consome

Desde a Lei 14.300, a energia que você usa na hora em que é gerada vale mais do que a que você injeta na rede e recebe de volta como crédito, porque sobre a injetada incide o Fio B (60% em 2026). Uma casa que fica vazia de dia e liga tudo à noite injeta quase toda a geração e aproveita menos. Uma casa com gente durante o dia, ou um comércio, consome na hora e aproveita mais.

Dicas simples aumentam o autoconsumo: programar máquina de lavar, bomba de piscina e aquecimento de água para o horário de sol, e usar o ar-condicionado de dia. Isso pode reduzir o Fio B pago em 20% a 30%.

Como a Sollivre resolve isso

O diagnóstico da Sollivre aplica exatamente esses critérios ao seu caso: padrão de entrada, consumo médio, tipo de imóvel e perfil de uso. Se o resultado indicar que o retorno passa de 8 anos, informamos que não compensa e sugerimos o que fazer (às vezes é esperar o consumo crescer, às vezes é ajustar o padrão). Somos de Ouro Fino, atendemos o Sul de Minas.

Mande sua conta de luz no WhatsApp e veja se o seu consumo compensa. Gratuito.

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Leia também: taxa mínima Cemig · vale a pena.

Perguntas rápidas

Energia solar compensa para conta de R$ 200,00?

Depende do padrão. No monofásico, com bom telhado, pode compensar com retorno de 6 a 8 anos. No trifásico, o mínimo de 100 kWh consome boa parte do ganho: o retorno é mais longo, mas pode compensar; o diagnóstico mostra o número.

Energia solar vale a pena para quem paga R$ 300,00 de luz?

Sim. Uma conta de R$ 300,00 (≈ 285 kWh) pede 3 a 4 placas de 620 W, de R$ 8.052,00 a R$ 9.638,00 pela tabela da Sollivre, com retorno em torno de 4 a 6 anos.

Qual o consumo mínimo para instalar energia solar?

Tecnicamente não há mínimo, mas financeiramente o sistema costuma compensar a partir de 200 a 250 kWh por mês, dependendo do padrão de entrada.

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