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Sollivre Energia Fotovoltaica
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Equipe de engenharia Sollivre · 5 min de leitura

Energia solar gera em dia de chuva e no inverno?

Sim, gera, porém menos. Em dia nublado ou chuvoso, a placa produz de 10% a 40% do que produziria com sol pleno, porque a luz difusa ainda chega. No inverno do Sul de Minas (junho a agosto), a geração fica de 20% a 30% abaixo da do verão, por causa dos dias mais curtos e do sol mais baixo, apesar de o céu ser mais limpo. O sistema é dimensionado pela média anual, e os créditos gerados nos meses bons (válidos por 60 meses) cobrem os meses fracos. Ao longo do ano, a conta fecha.

Chácara nas serras do Sul de Minas com placas solares molhadas em manhã de garoa e neblina

Dias ruins e meses fracos já estão no cálculo. Veja como.

1. Dia nublado e chuvoso: o que acontece

A placa responde à luz, não ao calor. Com nuvens leves, ela gera de 30% a 60% do normal; com céu fechado e chuva, de 10% a 25%. Depois da chuva, as placas ficam limpas e os dias seguintes costumam ser os de melhor geração do mês. Uma semana de chuva em janeiro reduz a geração do mês, mas o verão compensa com dias longos e muito sol nos outros dias.

O que importa não é o dia, é o mês e o ano. Um sistema que gera 400 kWh em média pode fazer 480 kWh em outubro e 330 kWh em junho. Está tudo previsto.

2. Inverno no Sul de Minas: menos horas, céu limpo

No inverno, o sol nasce mais tarde, se põe mais cedo e fica mais baixo, o que reduz a energia que chega às placas. Em compensação, o inverno mineiro é seco e de céu limpo, e as placas rendem mais em temperatura baixa. Resultado: geração de 20% a 30% menor que no verão, e não 50%, como se costuma imaginar. Em Ouro Fino, junho e julho geram em torno de 85 a 95 kWh por kWp, contra 120 a 135 kWh por kWp em novembro e dezembro.

Telhados voltados para o norte com inclinação de 20° a 25° sofrem menos no inverno; os voltados para o sul sofrem mais.

3. Como o dimensionamento e os créditos equilibram tudo

O projeto usa a irradiação média anual da região (cerca de 4,9 horas de sol pleno por dia no Sul de Minas), não a de um mês. Ao longo de 12 meses, a geração total cobre o consumo total. Nos meses em que gera mais do que consome, sobra crédito; nos meses em que gera menos, o crédito abate a diferença. Como os créditos valem 60 meses, um ano ruim de chuva também é absorvido.

Onde isso pode falhar: consumo muito maior no inverno (aquecedores elétricos, chuveiro na posição inverno) somado à geração menor. Nesse caso, o dimensionamento deve olhar o consumo mês a mês, e não só a média, para não faltar crédito em agosto.

Como a Sollivre resolve isso

O diagnóstico da Sollivre usa a irradiação real de Ouro Fino e região, mês a mês, e o consumo dos 12 meses da sua conta, para que a geração cubra o ano inteiro, inclusive o inverno. Na entrega, você recebe a tabela de geração esperada por mês, para não se assustar em junho nem achar que sobrou em novembro.

Mande sua conta de luz (com o histórico de 12 meses) no WhatsApp. O diagnóstico é gratuito.

Quer ver isso aplicado ao seu caso? A simulação gratuita calcula em 20 segundos, sem cadastro — e a página de energia solar residencial mostra o que está incluído em cada projeto.

Leia também: como funciona · créditos Cemig.

Perguntas rápidas

Placa solar funciona em dia nublado?

Sim, gerando de 10% a 40% do normal, conforme a densidade das nuvens. A luz difusa ainda produz eletricidade.

Quanto a energia solar gera a menos no inverno?

No Sul de Minas, de 20% a 30% a menos que no verão, por causa dos dias mais curtos. O céu limpo do inverno mineiro compensa parte da perda.

E se chover o mês inteiro?

Os créditos acumulados nos meses de sol, válidos por 60 meses, cobrem os meses fracos. O sistema é dimensionado pela média anual, não por um mês.

Quer saber quanto o sol paga da sua conta?

Simulação gratuita em 20 segundos, sem cadastro. Depois, se quiser, a análise completa das suas contas feita por engenheiro, sem compromisso.